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Beyond the Brink: Trusting God in Times of Desert and Transformation

Introduction: Gratitude and Longing for Fruitfulness Having been redeemed by God through Jesus Christ, I carry immense gratitude in my heart and a deep desire to bear fruit for Him. As believers, we yearn to live lives worthy of the Lord, pleasing Him in every way, bearing fruit in every good work, and growing in the knowledge of God (Colossians 1:10). We long to be filled with the fruit of righteousness, glorifying the Father who rescued us with such great love (Philippians 1:11; John 15:8). Yet, when the fruit seems absent, it’s easy to feel disheartened. Like Jesus, we want to join our Father in His work, doing what He is doing in our generation (John 5:19). However, there are times when God leads us into the desert—a place of barrenness and scarcity, where fruit is not produced but survival is the goal. The Desert Experience: Current Struggles and Reflections This morning, I woke up feeling the weight of the desert experience—a place where I feel unproductive, unable to be...

Embracing Diversity in Faith: Ethnicity and Identity in the Bible – A Reflection from 1 Thessalonians 1:1

How Ethnic Identity Shapes and Enriches Our Faith Journey in Light of Biblical Unity Introduction The opening of 1 Thessalonians 1:1 offers a profound theological insight into how the Apostle Paul acknowledges both the local identity and the collective unity of believers. Addressing “the church of the Thessalonians” (ἐκκλησίᾳ Θεσσαλονικέων), Paul uses grammatical structure to communicate a relationship of belonging and identity. Here, the term ἐκκλησίᾳ (ekklesia) is in the dative case, referring to “the church,” while Θεσσαλονικέων (Thessalonikeōn) is in the genitive plural, indicating that this is the church of the Thessalonians. This structure not only conveys a sense of ownership but also highlights a communal identity that is both local and distinct. In this article, we’ll explore how 1 Thessalonians 1:1, with its emphasis on identity and belonging, connects with broader biblical themes, such as the diversity celebrated in Revelation’s vision of worship by “every tribe, lang...

The Relationship Between Motivation, External Influences, and Worshiping God

The Connection Between Personal Motivation and Social Conditioning The desires within and the norms surrounding us profoundly shape how we worship. Individual motivation reflects a person’s inner desires and heart orientation, while social conditioning molds those desires through cultural standards and societal expectations. The Bible, particularly in 1 John 5:21, warns against idols, which can be understood as external values or influences that reshape our priorities, steering us away from God. Cultural patterns, values, and social expectations heavily influence how people channel their desires. According to David Powlison, these internal and external factors intertwine in the struggle between following God or falling into idolatry. Internal motivation can be shaped or strengthened by external forces such as cultural norms and social pressures, which direct individuals to seek satisfaction in idols rather than in God. The Impact of Both Forces on Human Confidence and Behavior I...

QUEM EU SOU?

Quem eu sou? Sou humano, sou pequeno e sou fraco, buscando um alvo, o alvo do Senhor! Quem eu sou? Alguém que ainda não se conhece perfeitamente, mas que conhecerei quando vir o Eu Sou! Quem eu sou? Não sou alguém que anda no mundo sem rumo, tenho um propósito, estou de passagem, peregrino sou. Quem eu sou? Sou aquele que caminha olhando para o espelho e dia-a-dia, de glória em glória, transformado sou. Quem eu sou? Sou pó, sou verme, sou pecador. Quem eu sou? Sou alguém que luta agora, porque morto estava, agora vivo estou. Quem eu sou? Sou participante do maior Reino que já existiu em todas as eras, sou seu mensageiro, sou seu embaixador. Quem eu sou? Sou filho de Deus, quem me adotou. Quem eu sou? Sou amado de Deus, protegido do Senhor, sou aquele que ama a Deus, porque primeiro Ele me amou. Quem eu sou? Sou um dos que foram regenerados, sou um dos que foram resgatados, sou salvo, sou do Senhor! Quem eu sou? Sou um daqueles milhares de milhares que um dia reunidos diante do Trono ...

EDUCANDO FILHOS A MANEIRA DE DEUS - COMO CRIAR UM FILHO MORAL

Esta questão nos chama a atenção é o título dessa meditação: “Como Criar um Filho Moral?”. Pois se pensarmos rapidamente, sem ponderarmos, no primeiro momento podemos dizer a nós mesmos: Como Assim? Não quero criar um filho rígido, intransigente. E essa repulsa pela palavra moral tem haver com a estrutura de plausibilidade da sociedade em que vivemos, tem haver com a influência da nossa sociedade, influência esta que é passada principalmente pelos meios de comunicação. Mas se refletirmos um pouco veremos que a criação de um filho(a) envolve o ensinamento da moral, pois não existe ninguém que seja amoral, ninguém é neutro, todos somos influenciados por uma moral, todos nós tomamos decisões diárias baseados na moral que seguimos.     Agora precisamos decidir qual moral será passada, por nós, aos nossos filhos. Se não nos posicionarmos nesta questão, vai acontecer que educaremos nossos filhos sob uma “abordagem mista”, um misto de valores morais baseado nos valores da nossa s...

DIÁLOGO COM CALVINO – DIÁLOGO #12 OS INIMIGOS DO CONHECIMENTO DE DEUS - INIMIGO 4 –HIPOCRISIA

Tais pessoas nunca levam a Deus em consideração verdadeiramente, as pessoas só consideram a Deus quando são por ele constrangidas, e a aproximação a Deus, por parte dessas pessoas, só acontece quando o próprio Deus as atrai, arrastando-as, não levando em conta a resistência dessas pessoas. O temor genuíno que brota da reverência da pessoa em reconhecimento da majestade de Deus não acontece com estas pessoas, pois elas têm apenas um temor condescendente e pressionado por causa da expectação do juízo divino a qual não conseguem se livrar ainda que tentem e se apavorem com esta ideia de que um dia terão que prestar contas a Deus, por isso mesmo, tentam, de todas as maneiras possíveis, invalidar o juízo divino até mesmo abomina-o. Calvino continua dizendo que o temor dessa terrível expectação do juízo divino foi o primeiro a dar origem aos deuses no mundo, conforme asseverou o poeta pagão, Eustáquio. Todos aqueles que desprezam a justiça de Deus estão, tentando destruir, excessivamente...

DIÁLOGO COM CALVINO – DIÁLOGO #11 OS INIMIGOS DO CONHECIMENTO DE DEUS - INIMIGO 3 – IDOLATRIA

Assim são derrubadas as inconsistentes defesas com que muitos costumam defender a própria superstição. Muitos pensam que um zelo superficial pela religião, sem se importar qual a natureza da religião e se ela é falsa, é o bastante, mas não consideram que a verdadeira religião tem que está em conformidade com a vontade de Deus, pois ele é imutável e não muda conforme a vontade de cada um. A superstição zomba de Deus enquanto tenta se mostrar como um valor atrativo, enquanto tenta mostrar que proporciona utilidade intelectual, estética, que desperta o interesse e a sensibilidade. Pois a superstição se apega aquelas coisas que Deus não aprova, ou seja, aquelas coisas das quais ele já falou que não convém, a superstição trata com desdém essas reprovações e rejeita disfarçadamente aquelas coisas que Deus prescreve e ensina e que são do seu agrado. Calvino afirma que uma vez que o ser humano se apegou aos seus ídolos inventados, a superstição, uma vez que criaram um deus a sua própria im...